Como a Batata verifica pontuações

Todo ranking do Batata, todo desafio e todo recorde num perfil se apoia numa promessa: o número é real. O jogo que você jogou não decidiu isso, nem o aparelho em que ele rodou. É assim que uma pontuação viaja da partida até o ranking.

A partida começa com um token

Quando um jogo está prestes a começar, a plataforma pede aos servidores da Batata um token de jogo: uma credencial curta, de uso único, ligada àquele jogo e àquela sessão. O jogo nunca vê nada mais sobre você. Sem token não há partida para pontuar, e é por isso que uma página que só mostra um jogo não conta como jogada; a primeira entrada de verdade conta.

O jogo é lacrado

Um jogo no Batata roda numa sandbox numa origem separada: sem cookies, sem armazenamento próprio, sem rede, sem como alcançar a página em volta. As únicas coisas que ele consegue enviar são um punhado de mensagens, e a pontuação é uma delas. Ele não consegue ler sua conta, não consegue escrever num ranking e uma cópia modificada dele não consegue mandá-lo relatar nada a ninguém além da plataforma.

O servidor decide

Uma pontuação enviada chega com o token e a duração da partida, e entra como pendente. O servidor confere se o token está vivo e sem uso, se a partida é plausível para aquele jogo e se o aparelho não está enviando mais rápido do que um humano joga. Só a pontuação que sobrevive vira verificada, e só pontuações verificadas entram no ranking. A checagem acontece depois da partida, para que o jogador nunca espere por ela.

O que você vê

Na tela, um novo recorde aparece na hora, marcado como pendente, e vira verificado um instante depois. Uma partida que o servidor recusa é avisada a você, nunca mostrada como aceita. O mesmo caminho vale para toda partida, online ou sincronizada depois pelo app, então não existe segunda porta. Um direito de se gabar só vale alguma coisa se não puder ser forjado, e é só por isso que a máquina existe.